Lei de Zoneamento

Doria quer mudar lei de zoneamento de SP ainda neste semestre

Alterações propostas pelo prefeito incluem apartamentos maiores e mais vagas de garagem em grandes avenidas, além da redução de 30% no valor das contrapartidas pagas por construtoras

Priscila Mengue, O Estado de S.Paulo

Gestão Doria enterra projeto urbano de Haddad para região do rio Tietê

O prefeito João Doria (PSDB) decidiu enterrar a proposta do Arco do Tietê, um dos principais planos urbanísticos defendidos pela gestão Fernando Haddad (PT) para uma área de São Paulo equivalente a mais de 5.000 campos de futebol, ao longo dos dois lados da marginal Tietê.

O projeto de lei que tramitava no Legislativo paulistano desde dezembro nem chegou a ser apreciado pelo plenário da Câmara. Após pedido da atual gestão tucana, ele está arquivado desde maio.

No 'escuro', gestão Doria inicia ajuste nas regras que definirão novas obras

Aquele conjunto de regras que define o que pode ou não ser construído na cidade, conhecido como Lei de Zoneamento, será revisto pela gestão de João Doria (PSDB) apenas 14 meses após ter sido aprovado pelos vereadores.

Em alguns dias, começam as audiências públicas para debater o tema. A prefeitura mantém em segredo as datas.

O projeto de lei com as alterações pontuais, segundo a prefeitura, deve chegar à Câmara até o final do mês.

Plano ambiental da gestão Haddad pode reduzir área verde em São Paulo

EDUARDO GERAQUE - Folha de S. Paulo

O plano ambiental da gestão Fernando Haddad (PT) aprovado em março na nova lei de zoneamento exclui a região central de São Paulo e deixa margem para reduzir as áreas verdes da cidade. A região excluída engloba todo o centro velho e novo de São Paulo, nos arredores das praças da Sé, da República, da Bandeira e Roosevelt, vale do Anhangabaú e outras.

O princípio da cota ambiental é obrigar os empreendimentos a ter um percentual mínimo do terreno com cobertura vegetal -o que melhora tanto o microclima quanto a drenagem da área.

Bairros vão à Justiça contra zoneamento

Insatisfeitas com lei aprovada na Câmara, ao menos 17 associações ameaçam tentar barrá-la; meta é frear comércio em área residencial

ADRIANA FERRAZ - O ESTADO DE S. PAULO