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Método da Sabesp de tratar água durante a crise não atinge meta

Previsão é de que produção do Sistema Rio Grande chegasse a 5,5 mil l/s com membranas ultrafiltrantes, mas alcançou 5,1 mil l/s.

Por Fabio Leite e Juliana Diógenes

Contratada de forma emergencial por R$ 26,5 milhões há um ano, a instalação de membranas ultrafiltrantes para ampliar a produção de água potável durante a crise hídrica não atingiu 40% da capacidade de tratamento anunciada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) no Sistema Rio Grande, braço da Represa Billings. 

Falta de hidrômetro em São Paulo terá multa de R$ 11 mil

Por Venceslau Borlina Filho

Às vésperas do período de seca, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu apertar a fiscalização sobre a captação de água nos rios das bacias PCJ (Piracicaba, Capivari e Jundiaí), que estão no centro da crise hídrica.

Grandes usuários da região serão obrigados a declarar diariamente o volume de água retirado e, pela primeira vez, todos os que não tiverem hidrômetros instalados para medir a captação podem ser multados, em R$ 10,6 mil.

Presidente da Sabesp garante que não haverá rodízio em 2015

Por KÁTIA KAZEDANI, da redação - Câmara Municipal de São Paulo

O presidente da Sabesp, Jerson Kelman, garantiu nesta quarta-feira (13/5) que neste ano não haverá rodízio de água em São Paulo. De acordo com ele, a vazão no Cantareira, a redução do volume de água retirado do sistema e o investimento em obras para aumentar a distribuição do produto são os principais motivos para dar essa segurança à população.

Sabesp poderia ter evitado uso do volume morto do Cantareira

Em documento, empresa afirma que seria possível ter operado com prudência nos últimos 3 anos e evitado captação da reserva.

Por Fabio Leite

Documento assinado pelo presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Jerson Kelman, reconhece que era possível ter operado o Sistema Cantareira de forma mais segura nos últimos três anos e evitado a captação do volume morto do manancial e amenizado o atual racionamento de água na região metropolitana.

Governo de SP quer 'poupar' sistema Cantareira no período seco

Por Fabrício Lobel

O governo paulista espera atravessar o atual período seco, que vai até outubro, sem a necessidade de "raspar" ainda mais o fundo das represas do sistema Cantareira, o maior da Grande São Paulo e em situação mais crítica.

Segundo o planejamento da Sabesp, a meta é reduzir gradativamente a retirada diária de água do manancial e, com isso, não utilizar a segunda cota do chamado volume morto, aquela porção de água retirada por bombas do fundo dos reservatórios.