De 16 e 18/9,das 19h às 22h, no Instituto Pólis, na Rua Araújo, 124, Vila Buarque, das 19h às 22h; 22/9, das 14h30 às 17h30, no Centro de Cultura Judaica, Rua Oscar Freire, 2.500, Sumaré.
PROGRAMAÇÃO NO PÓLIS:
Dia 16 de setembro
Curtas Museu da Pessoa Especial para o Dia Mundial Sem Carro (SP, 04', 2007)
Agrocombustível: Outra Verdade Incômoda (Argentina, 30', 2008)
Debatedores: Christiane Costa (Coordenadora da área de Segurança Alimentar do Instituto Pólis); Elisabeth Greenberg (Coordenadora da área de Ambiente Urbano do Instituto Pólis); Personagens dos curtas do Museu da Pessoa
Dia 18 de setembro
Curtas Museu da Pessoa Especial para o Dia Mundial Sem Carro (SP, 04', 2007)
Em Trânsito (SP, 98', 2007)
Debatedor: Henri Gervaiseau(Diretor do documentário), personagens dos curtas do Museu da Pessoa
SINÓPSES E FICHAS TÉCNICAS
AGROCOMBUSTÍVEL: OUTRA VERDADE INCÔMODA
Direção, Produção, Roteiro e Locução: Lic. Silvana Buján
Edição: Santiago Cruz Homovidens
Sinópse:
Os agrocombustíveis tem sido promovidos como uma fonte de energia limpa. Mas, a análise de sua eficiência, emissões e ciclo de vida demonstra o contrário. Dia a dia aparecem novos empreendimentos, cada vez maiores e a serviço das grandes multinacionais que prometem produções enormes. O que há por trás destas corporações? Quais impactos que não confessam sobre o meio ambiente, sobre o solo, sobre os alimentos e sobra as comunidades?
EM TRÂNSITO
Direção, Produção, Roteiro: Henri Arraes Gervaiseau
Co-produção: Alô Vídeo
Música: Aurélio Dias
Fotografia: Adrian Cooper
Edição: Idê Lacreta
Ao acompanhar a trajetória de alguns personagens anônimos que circulam todos os dias no trânsito da metrópole, o documantário expõe o modo como eles elaboram o ir e vir diário com outras esferas da vida, trafegando entre emoções e reflexões que surgem e se reinventam em meio à rotina.
Entre olhares reais e simbólicos de passageiros do transporte coletivo, motorista de ônibus, de carro, motoboys, revelados na intimidade da casa de cada um deles e na exposição do trânsito de todo mundo, o filme promete transformar o que parecia óbvio em novas paisagens.
O documentário foi prêmiado na Jornada Internacional de Cinema da Bahia e selecionado para o Festival de Gramado; Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; Festival É Tudo Verdade, XXIV Festival Cinematográfico Internacional do Uruguai e Festival Internacional de Documentales Del Sur/Espanha.
PROGRAMAÇÃO NO CENTRO DE CULTURA JUDAICA:
Dia 22 de setembro, das 14h30 às 17h30
SOCIEDADE DO AUTOMÓVEL
média metragem, documentário, 39 min
Brasil/SP, DV, 2006
Ficha Técnica:
Direção: Branca Nunes e Thiago Benicchio
Sinópse:
11 milhões de pessoas, quase 6 milhões de automóveis; um acidente a cada 3 minutos; uma pessoa morta a cada 6 horas; 8 vítimas fatais da poluição por dia. No lugar da praça, o shopping center; no lugar da calçada, a avenida; no lugar do parque, o estacionamento; em vez de vozes, motores e buzinas. Trabalhar para dirigir, dirigir para trabalhar: compre um carro, liberte-se do transporte público ruim. Aquilo que é público é de ninguém, ou daqueles que não podem pagar. Vidros escuros e fechados evitam o contato humano. Tédio, raiva angústia e solidão na cidade que não pode parar, mas não consegue sair do lugar.
ELEVADO 3.5
longa-metragem, documentário, 75 min
Brasil/SP, DV, 2006
Ficha técnica:
Pesquisa, roteiro e direção: João Sodré, Maíra Santi Bühler e Paulo Pastorelo
Produção executiva: Matias Mariani
Produtora assistente: Joana Mariani
Direção de fotografia: Lula Carvalho
Técnico de som: Paulo Seabra
Direção de produção: Bruna Campello
Montagem: Gustavo Ribeiro
Videografismo: Juliana Braga
Trilha sonora original: Eduardo Nazarian e Guilherme Garbato
Edição de som e mixagem: Daniel Pompeu e Eduardo Hamerschlak
Sinópse:
Elevado 3.5 é um filme sobre o mundo de pessoas que se cruzam ao longo dos 3.5 km do minhocão, via expressa construída na região central de são paulo, durante a ditadura militar. Do nível da rua ao último andar, o espectador é conduzido por diferentes pontos de vista. Por cima e por baixo da via, à sombra ou nos fios de luz que desenham uma cidade recortada, o filme se desenrola por meio do mergulho nas histórias dos personagens. A memória do alfaiate, do pedreiro, da costureira, do comerciante, das filhas do imigrante italiano ou da cantora, cede espaço para imagens de arquivo. As palavras da cabeleireira transexual, do senhor "diplomado na escola da vida", o canto de uma pessoa solitária, inserem novamente o espectador no presente. Tempos se entrecruzam. Outros personagens aparecem. Pessoas que estão ali por opção ou não, há muito ou pouco tempo, de diferentes idades e origens. O elevado provoca e converge os olhares: de janela para janela, do segundo andar para a via expressa, do carro para dentro do apartamento, do ônibus para o comércio, do comerciante para o transeunte, da cobertura para a paisagem.










