Ações

Confira um resumo das principais ações empreendidas pela Rede Nossa São Paulo: 

 

32xsp

Fruto de uma parceria entre a Agência Mural de Jornalismo das Periferias e a Rede Nossa São Paulo, com apoio da Fundação Ford, o 32xsp retrata a capital paulista a partir das suas das suas subprefeituras e revela suas desigualdades por meio de dados. Aproxima os paulistanos da sua região administrativa, dá voz aos moradores e também abre caminhos para a interação da sociedade civil com o poder local. O 32xSP acredita na informação como ferramenta de engajamento dos cidadãos no seu território e, por fim, na vida da cidade. 32xsp.org.br

 

Programa Cidades Sustentáveis 

Lançado em agosto de 2011, o Programa Cidades Sustentáveis oferece aos prefeitos uma agenda completa de sustentabilidade urbana associada a indicadores e casos exemplares, como referências a serem seguidas pelos gestores públicos. Para isso, o Programa Cidades Sustentáveis oferece:

I – Ferramentas

- Plataforma Cidades Sustentáveis – uma agenda para a sustentabilidade das cidades que aborda as diferentes áreas da gestão publica, em 12 eixos temáticos, e incorpora de maneira integrada as dimensões social, ambiental, econômica, política e cultural;
- Indicadores gerais associados aos eixos da plataforma;
- Indicadores básicos que farão parte dos compromissos de candidatos(as) e prefeitos(as);
- Casos exemplares e referências nacionais e internacionais de excelência para a melhora integrada dos indicadores das cidades.

II – Mobilização

- Campanha para os(as) candidatos(as) adotarem a Plataforma e assumirem compromissos com o Programa;
- Campanha para eleitores valorizarem os(as) candidatos(as) comprometidos com o Programa Cidades Sustentáveis.

III – Compromissos

- Os(as) candidatos(as) a cargos executivos podem confirmar seu engajamento com o desenvolvimento sustentável assinando a Carta Compromisso. Com isso, os signatários eleitos deverão estar dispostos a promover a Plataforma Cidades Sustentáveis em suas cidades e a prestar contas das ações desenvolvidas e dos avanços alcançados por meio de relatórios, revelando a evolução dos indicadores básicos relacionados a cada eixo.

IV – Benefícios para as Cidades Participantes

- As cidades participantes ganharão visibilidade em materiais de divulgação e na mídia, terão acesso a informações estratégicas e trocarão experiências com outras cidades, além de fazerem parte de um movimento inédito no Brasil que representa um passo a mais no processo de construção de cidades mais justas, democráticas e sustentáveis.

 

Prêmio Cidades Sustentáveis

Lançada em abril de 2013, a primeira edição do Prêmio Cidades Sustentáveis reconheceu o trabalho dos municípios signatários do Programa Cidades Sustentáveis que desenvolveram e mantêm observatórios, com indicadores e informações aos seus cidadãos.

 

I Conferência Internacional Cidades Sustentáveis 

O Programa Cidades Sustentáveis, em articulação com a Frente Nacional de Prefeitos, promoveu em abril de 2015 a I Conferência Internacional Cidades Sustentáveis – Políticas Públicas Inovadoras. Realizado em Brasília, o evento contou com a participação de prefeitos e gestores de diversas cidades do mundo, que puderam relatar e compartilhar experiências bem sucedidas. 

 

Rede Brasileira por Cidades Justas, Democráticas e Sustentáveis e Rede Latino-americana

A Rede Nossa São Paulo participa da Rede Social Brasileira por Cidades Justas, Democraticas e Sustentáveis – tendo inclusive atuado na articulação que deu origem à rede, em julho de 2008 – e da Rede Latino-americana por Cidades e Territórios Justos, Democráticos e Sustentáveis.
Composta por organizações apartidárias e inter-religiosas de diversas cidades, a Rede Brasileira tem por objetivo a troca de informações e conhecimentos entre os integrantes, estimulando o aprendizado mútuo, o apoio e o fortalecimento de cada experiência local.

 

Pesquisas de percepção dos paulistanos 

Desde a sua constituição, a Rede Nossa São Paulo promove pesquisas de percepção dos paulistanos sobre a cidade. Em janeiro de 2008, lançou a primeira edição da pesquisa de avaliação dos moradores sobre diversos temas relacionados à vida na capital paulista. O levantamento também aborda o índice de confiança nas instituições e a satisfação com os serviços públicos e a administração municipal. 

IRBEM - Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município

Visando aprimorar essa forma de contribuir com a cidade, a Rede Nossa São Paulo lançou em junho de 2009 uma mobilização para elaborar um conjunto de indicadores sobre a percepção dos paulistanos em relação à qualidade de vida na cidade. Esses índices, que reúnem aspectos objetivos e subjetivos de avaliação, resultaram na construção do IRBEM (Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município), cujo objetivo é orientar ações de empresas, organizações, governos e toda a sociedade, considerando como foco principal o bem-estar das pessoas. A iniciativa inédita contou com uma consulta pública, realizada de junho a outubro de 2009. Mais de 36 mil pessoas participaram da consulta, que apontou os itens mais importantes para a qualidade de vida no município em 25 temas. Em uma nova etapa, o Ibope Inteligência foi a campo para verificar o nível de satisfação dos paulistanos com os itens escolhidos na consulta pública como mais importantes para o bem-estar. 
O lançamento da pesquisa IRBEM ocorreu em janeiro de 2010, no teatro do Sesc Consolação, dando prosseguimento aos levantamos realizados em 2008 e 2009. Desde então, novas edições da pesquisa têm sido lançadas anualmente em datas próximas ao aniversário da capital paulista.   
Além dos dados relacionados ao bem-estar, essas pesquisas realizadas pelo Ibope Inteligência também continuam abordando o índice de confiança da população nas instituições, a satisfação com os serviços públicos e a administração municipal e a percepção sobre a segurança na cidade..

Dia Mundial Sem Carro e Pesquisa de Mobilidade Urbana

Outro levantamento promovido anualmente pela Rede Nossa São Paulo é a Pesquisa sobre Mobilidade Urbana / Dia Mundial Sem Carro. Divulgada desde 2007, no período da Semana da Mobilidade e do Dia Mundial Sem Carro, a pesquisa aborda a percepção dos paulistanos sobre o trânsito da cidade e o transporte público, tempo que demoram em seus deslocamentos diários e a questão da poluição do ar, entre outros itens relacionados ao tema. Esses levantamentos também são realizados pelo Ibope Inteligência.

Além disso, a partir de sua constituição (em 2007), a Rede Nossa São Paulo passou a integrar o grupo de organizadores do Dia Mundial Sem Carro na capital paulista. 
Conheça a página do Dia Mundial Sem Carro no Facebook no Facebook.

Pareceria com a Fecomercio SP

Desde janeiro de 2015, a pesquisa IRBEM - Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município e a Pesquisa sobre Mobilidade Urbana / Dia Mundial Sem Carro vêm sendo promovidas pela Rede Nossa São Paulo em parceria com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Pesquisa IRBEM Criança e Adolescente

Lançada em julho de 2015, a pesquisa IRBEM Criança e Adolescente ouviu pela primeira vez o que segmento – crianças e adolescentes de 10 a 17 anos – pensa sobre diversas questões relacionadas à qualidade de vida na capital paulista. 
O levantamento é uma iniciativa do Grupo de Trabalho (GT) Criança e Adolescente da Rede Nossa São Paulo, em parceria com o IBOPE Inteligência – que realizou o levantamento. 
​O IRBEM Criança e Adolescente conta com o apoio do Instituto Alana e do Instituto C&A. 

 

Programa de Metas - emenda à Lei Orgânica do Município

A Emenda nº 30, aprovada em fevereiro de 2008 por iniciativa e mobilização da Rede Nossa São Paulo, compromete os sucessivos prefeitos a apresentarem um programa detalhado de governo com metas claras e prestação de contas semestral. O Programa de Metas tem que ser detalhado por subprefeituras e distritos da cidade.
São Paulo foi a primeira cidade do Brasil a aprovar a emenda, sendo seguida por outras em várias partes do país.
Em 2009, a Rede Nossa São Paulo lançou a publicação "Referências de Metas para São Paulo: 2009 – 2012". Trata-se de um conjunto de metas quantitativas e qualitativas para várias áreas administrativas e regiões do município, que teve por objetivo contribuir com a elaboração e aperfeiçoamento do programa de metas da Prefeitura.
Em cumprimento à nova lei, a gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab apresentou o primeiro Plano de Metas de São Paulo, batizado de Agenda 2012. 
​A gestão seguinte, do prefeito Fernando Haddad, apresentou o Programa de Metas 2013-2016.

 

PEC do Plano de Metas

Em julho de 2011, a Rede Nossa São Paulo apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que institui a obrigatoriedade de elaboração do Plano de Metas para prefeitos, governadores e presidente da República. A PEC está em tramitação no Congresso Nacional.  

 

Estímulo à criação de conselhos municipais

Desde o seu surgimento, a Rede Nossa São Paulo procurou reativar conselhos que estavam instituídos, mas não funcionavam, e incentivou a criação de novas instâncias de participação.
Nesse sentido, uma das campanhas da organização culminou com a criação do Conselho Participativo Municipal, que foi instalado em janeiro de 2013.
No mesmo ano foram constituídos outros três conselhos, com a participação da Rede Nossa São Paulo:
- Conselho da Cidade de São Paulo
- Conselho Municipal de Trânsito e Transporte
- Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos 

 

Campanha pela regulamentação de plebiscitos e referendos em São Paulo

Em dezembro de 2014, teve início a Mobilização pela Democracia Direta, que pretende regulamentar o instrumento de plebiscito em São Paulo e, assim, possibilitar que os paulistanos sejam consultados diretamente sobre projetos de obras e contratos de grande impacto na cidade.
A iniciativa é do Grupo de Trabalho (GT) Democracia Participativa da Rede Nossa São Paulo e conta com a participação de outras organizações da sociedade civil e vereadores.

 

Indicadores

A RNSP criou e mantém o Observatório Cidadão Nossa São Paulo. O banco de dados virtual disponibiliza um conjunto de indicadores sociais, ambientais, econômicos, políticos e culturais sobre a cidade de São Paulo e cada uma de suas 32 subprefeituras. O objetivo é que os indicadores sejam constantemente atualizados, avaliados e divulgados para a sociedade.
A RNSP também divulga publicações com indicadores sobre a cidade de São Paulo e de sua acentuada desigualdade econômica e social, entre os quais:

- Indicadores Básicos da Cidade de São Paulo 2009

Publicação reuniu 33 indicadores considerados fundamentais para garantir a qualidade de vida da população paulistana. Foram selecionados pelos grupos de trabalho da Rede entre os 140 indicadores disponíveis no Observatório Cidadão. Em 36 páginas, o caderno traz tabelas com os números distribuídos por subprefeituras, destacando a melhor e a pior colocadas por indicador, nas áreas de Assistência Social, Cultura, Educação, Esporte, Habitação, Meio Ambiente, Orçamento, Saúde, Trabalho e Renda, Transporte e Violência. Outro diferencial da publicação é o estabelecimento de metas de melhorias para cada indicador. 

- Publicação Indicadores 2008 

Conjunto de sete publicações que apresentam indicadores sociais, culturais e econômicos da cidade agrupados por região e por cada uma das 31 subprefeituras. O diagnóstico aborda os mais variados aspectos, como saúde, educação, meio ambiente, transporte e violência. Cada indicador, em cada subprefeitura, é comparado com os três melhores e os três piores da cidade. Os números refletem as desigualdades sociais e econômicas em São Paulo e explicitam as necessidades enfrentadas diariamente pela população. 

 

Campanha "Você no Parlamento"

A iniciativa foi uma realização conjunta da Rede Nossa São Paulo e a Câmara Municipal de São Paulo, formalizada por meio da assinatura de um Termo de Cooperação. Visando criar uma nova relação entre o Legislativo e a sociedade, a campanha "Você no Parlamento" convocou a população paulistana a elencar prioridades em diversas áreas (Saúde, Educação etc.) e, com isso, pautar a o trabalho dos vereadores. 
O questionário (impresso e online) foi elaborado por uma comissão técnica composta por representantes de diversas instituições – além da Rede e da Câmara – como USP, FGV, Escola de Governo e Ibope. O resultado desta consulta pública – realizada entre 15 de junho e 30 de setembro de 2011 – visava orientar a elaboração de projetos de lei, a inclusão de emendas ao orçamento da cidade e a fiscalização do Executivo. Essencialmente, fazer com que gestores públicos direcionassem seus trabalhos a partir das reais necessidades da sociedade que os elegeram. E, com isso, oferecer à população a oportunidade de acompanhar, fiscalizar e cobrar.

 

Campanha “Sou Cidadão Paulistano”

Lançada inicialmente pela Rede Nossa São Paulo em outubro de 2012, a campanha “Sou Cidadão Paulistano” visa estimular a população paulistana a se apropriar da cidade, exercer a cidadania e se envolver em ações de interesse coletivo.
Dois anos depois, em outubro de 2014, a campanha foi adotada pelo Conselho da Cidade de São Paulo. A proposta é estimular os cidadãos a fazerem pequenas ações pelo bem da cidade. Ações que poderiam ser traduzidas em atitudes concretas como “Eu pego carona”, “Eu reciclo meu lixo” ou “Eu respeito o pedestre”, “Eu não jogo lixo na rua”, “Eu economizo água”.

 

Fórum Empresarial de Apoio à Cidade de São Paulo

O Fórum Empresarial de Apoio à Cidade de São Paulo foi uma iniciativa liderada pelo Instituto Ethos e Rede Nossa São Paulo com o objetivo de sensibilizar, mobilizar e assessorar as empresas para atuarem visando ao desenvolvimento justo e sustentável de São Paulo. A ideia foi que as empresas, de forma organizada, sistêmica e eficiente, empreendessem ações e parcerias com outras empresas, organizações sociais, instituições de ensino e pesquisa e o poder público.

 

Debates sobre mobilidade e transporte 

De maio a novembro de 2010, a Rede Nossa São Paulo e a Câmara Municipal de São Paulo promoveram a série de seminários “Mobilidade e Transporte Sustentáveis”. A iniciativa foi do Grupo de Trabalho (GT) Mobilidade Urbana da Rede e da Comissão de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia da Câmara. 
Com o objetivo de construir uma agenda para a cidade, envolvendo sociedade civil e poder público, os seminários abordaram os desafios da mobilidade em São Paulo, a avaliação dos indicadores técnicos, a relação entre transporte e saúde e as propostas (vinculadas aos orçamentos municipal e estadual) para um Plano Municipal de Mobilidade e Transporte Sustentáveis.

 

Campanha pela redução da taxa de enxofre no diesel vendido no País

A resolução 315/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determinou que, em janeiro de 2009, o diesel comercializado no Brasil tivesse, no máximo, 50 partículas por milhão (ppm) de enxofre. A substância, altamente cancerígena, é responsável pela morte de 3 mil pessoas por ano somente na capital paulista. Em função disso, a Rede Nossa São Paulo se uniu a outras entidades para cobrar das autoridades federais e montadoras de veículos o cumprimento da resolução.
O lançamento do Manifesto pela Redução da Taxa de Enxofre do Diesel vendido no País ocorreu em um ato público, promovido em setembro de 2007.
​A mobilização de diversos atores e a pressão da sociedade fizeram com que a Resolução 315 fosse colocada na agenda da Agência Nacional do Petróleo, da Petrobras e da indústria automobilística. Essas organizações foram obrigadas a assinar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assumindo o compromisso de cumprir um cronograma de execução da resolução.

 

Nossa São Paulo na Câmara

A Rede Nossa São Paulo manteve de 2008 a 2012 um jornalista na Câmara Municipal, para acompanhar e divulgar o trabalho dos vereadores neste portal. A divulgação visava tornar a Câmara mais transparente e estimular a participação dos cidadãos e da sociedade civil nas decisões do Legislativo Municipal. O serviço se somou ao trabalho realizado pelo Grupo de Trabalho (GT) Acompanhamento da Câmara da Rede Nossa São Paulo. 

 

Orçamento per capita e indicadores socioeconômicos por subprefeituras

Divulgação do estudo sobre o orçamento da capital paulista de 2007, realizado pelo Grupo de Trabalho de Orçamento da Rede Nossa São Paulo. Ao mostra o orçamento de cada subprefeitura e a sua divisão per capita, o material ampliou o debate sobre a desigualdade da distribuição dos recursos da cidade. 

 

Mapa da Desigualdade de São Paulo

Em junho de 2013, a Rede realizou o evento “O combate à desigualdade e o novo Plano Diretor de São Paulo”, que incluiu o lançamento da versão atualizada do Mapa da Desigualdade de São Paulo. O objeito do evento e do material publicado era contribuir para que o combate às desigualdades fosse contemplando no Plano Diretor Estratégico (PDE) da cidade.

 

Debates pré-Fórum Nossa São Paulo

Foi uma série de debates realizados em março e abril de 2008 com o objetivo de estimular a reflexão sobre temas relacionados à transparência da gestão pública e à qualidade de vida da população. O primeiro deles teve como tema "O Papel do Tribunal de Contas do Município no Controle das Contas Municipais". Também estiveram em pauta "O papel das Subprefeituras na Democracia Participativa" e "Soluções Sustentáveis para a Gestão de Resíduos Sólidos na Cidade de São Paulo". A série foi encerrada com a discussão sobre “A saúde pública na Cidade de São Paulo”. Cerca de 200 pessoas participaram de cada um dos debates.

 

1º Fórum Nossa São Paulo – Propostas para uma Cidade Justa e Sustentável

O evento recebeu 750 participantes, entre os dias 15 e 18 de maio de 2008. O objetivo foi estimular a formulação e a apresentação de propostas para os principais desafios sociais, econômicos, políticos, ambientais e urbanos de São Paulo. Desde fevereiro de 2008, cerca de 60 encontros livres foram realizados pela cidade, promovidos pelas organizações comunitárias, universidades e empresas. O ponto de partida foi o conjunto de indicadores que os vários grupos de trabalho da Rede sistematizaram e, a partir deles, a formulação de propostas para os bairros, as subprefeituras e a cidade. Mais de 900 propostas foram recebidas durante a trajetória. As sugestões para a cidade foram encaminhadas aos candidatos a prefeito.

 

Eleições 2008

A fim de qualificar o debate eleitoral nas eleições municipais de 2008 e de obter o comprometimento dos candidatos com a melhoria do serviço público e da qualidade de vida na cidade, a Rede Nossa São Paulo promoveu antes das eleições uma série de encontros com candidatos à Prefeitura e à Câmara Municipal. No primeiro e no segundo turno das eleições, foram entregues aos candidatos as dez propostas da Rede Nossa São Paulo para a gestão.

 

1º Encontro de Educação para uma Outra São Paulo

O GT de Educação da Rede Nossa São Paulo organizou, no dia 30 de novembro de 2008 , o I Encontro Educação para uma Outra São Paulo. Com a participação de mais de seiscentas pessoas, membros de comunidades escolares das redes estadual e municipal, faculdades de educação e outras organizações da sociedade civil, o evento teve o intuito de pensar a educação que a população sonha e que precisa ser feito para concretizá-la. 

 

Seminário e Programa "Conexões Sustentáveis: São Paulo - Amazônia" 

Nos dias 14 e 15 de outubro de 2008, a capital paulista sediou o seminário "Conexões Sustentáveis: São Paulo – Amazônia". O objetivo foi chamar a atenção da sociedade para a interdependência entre a preservação da floresta e a cidade, o maior centro consumidor e distribuidor de produtos da Amazônia.
Os destaques do seminário foram: 
- apresentação de um estudo que trouxe exemplos de práticas predatórias na pecuária bovina, no extrativismo vegetal, no plantio de soja e outros grãos na Amazônia e de como as matérias-primas chegam até o consumidor em São Paulo; 
- a assinatura de pactos públicos com o setor privado e candidatos ao segundo turno das eleições para evitar a entrada em São Paulo de produtos ilegais ou resultantes de práticas não sustentáveis.
Depois da realização do seminário, o Conexões Sustentáveis virou um programa, a cargo do Instituto Ethos. A iniciativa buscou mobilizar cadeias de valor dos setores da pecuária, da madeira e da soja através de pactos setoriais para a preservação da floresta amazônica e seus povos. Os documentos punham como obrigação dos signatários o financiamento, a distribuição e a comercialização de produtos com certificação (ou que estivessem em processo de regularização) e provenientes de fornecedores que não fizessem parte da Lista Suja do Trabalho Escravo ou de áreas embargadas pelo Ibama. E, no caso do Pacto da Soja, que estivessem localizados nas áreas liberadas pela "Moratória da Soja". Os textos dos pactos também previam a mobilização, por parte dos signatários, para ampliar o número de adesões e a realização de campanhas de esclarecimento com seus consumidores e fornecedores. O cumprimento dos termos de compromisso em cada setor foi monitorado pelo comitê de acompanhamento dos Pactos. Além dos pactos empresariais, a Prefeitura de São Paulo também se comprometeu com a iniciativa, assinando um termo de compromisso para desenvolver políticas públicas que ajudem a construir uma Amazônia sustentável.